Saiba como funciona o sistema de bandeiras tarifarias

Bandeira tarifária – o que é?

bandeiras tarifárias

Sistema de Bandeiras Tarifárias

A bandeira tarifária, que aplica uma taxa extra nas partes de luz quando vivifica o custo de gênese de energia na procedência, ficou na cor vermelha durante mais do centro do tempo desde que invadiu em vigor, em janeiro de 2015.

A cor vermelha indica que está mormente alto o custo de manufatura de energia no Brasil e que serão aplicadas as maiores taxas adicionais previstas nesse sistema na apuração de luz.

De acordo com referências da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os compradores pagaram cerca de R$ 20,8 bilhões a mais nas citas de luz de janeiro de 2015 a agosto de 2017 (dado mais corrente disponível) devido à coleta da taxa extra das bandeiras. Dos 34 meses contados até outubro deste ano, 19 (559%, do total) foram sob pavilhão vermelha, nem sempre seguidos os dados evidenciam que os compradores brasileiros têm convivido com força mais cara com comparecimento nos últimos anos. A causa para isso é a estiagem. A bandeira vermelha tem dois patamares, e o preço da taxa em grau superior pode ser de R$ 3 ou R$ 3,50 por 100 KWh de valor consumidos.

Na semana passada a Aneel anunciou que a pavilhão ficaria na cor vermelha patamar 2 em outubro, o que obrigará os compradores a pagarem a taxa suplente mais cara. É a primeira vez que a pavilhão fica na cor vermelha patamar 2.

Desde janeiro de 2015, a bandeira verde vigorou por 11 meses. A viçoso indica condições favoráveis para feitura de energia mais barata e não gera arrecadamento de taxa extra nas relatas de luz.

A bandeira amarela vigorou por 4 ciclo. Está abaixo da vermelha, mas indica que as situações de produção de corrente ficaram um pouco exceto favoráveis.

Reservatórios baixos

A falta de chuvas vem pulando o país desde 2012. Durante o período rosa, chega menos

sitema de bandeiras tarifárias

Sistema de bandeiras tarifárias

água às recargas das hidrelétricas, que, por narra disso, ficam com esferas de armazenamento muito membrudos em períodos mais sequiosos, como agora.

Na quinta-feira (5), os depósitos das hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste, que respondem por cerca de 70% do estro de geração da zona, estavam com nível de guarda médio de 23,07%.

Para se ter uma inteligência, em 5 de outubro do ano passado, aqueles mesmos reservatórios registravam inventário de 39,08%.

Para poupar água das hidrelétricas, o governo aciona as termelétricas, que são usinas que geram energia mais cara, por meio da cremação de combustíveis como óleo e gás sincero. Quanto mais baixo a distinção dos reservatórios, mais termelétricas são acionadas e cada vez mais caras. O Uso das termelétricas é o que faz a soma da produção de corrente subir. Na quinta-feira, aquelas usinas eram responsáveis por admitir a 22,75% da caça por energia da procedência, quase o dobro do monitorado em 5 de fevereiro deste ano (11,72%), durante o tempo que a bandeira estava na cor verde. Alerta aos consumidores

Além do tributo, a bandeira foi fingida para alertar os compradores quando o custo da exuberância sobe e permitir que eles adotem medidas de economia para embaraçar encarecimento de suas faturas de luz.

Entretanto, para o presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales, não está uma relação direta através de a implantação dos pavilhões tarifários e a mudança do consumo de disposição. Apesar delas servirem como avocação de alerta para o freguês, há outros fatores que podem impactar o consumo, como a recessão e o nível de empreendimento da economia.

Mais do que gerenciar o consumidor, as guiãos servem para antecipar herança às empresas de animação. Antes das bandeiras, as distribuidoras arcavam com custos procedência para distribuir energia nos mênstruos de seca e só recebiam um ressarcimento desses bens no ano seguinte. A tarifa viria embutido no acatamento de luz dos compradores um ano depois.

“Antigamente, a distribuidora  adiantava o recurso forçoso  para acionar a fábrica  e cobrava do freguês  esse adiantamento na preço  do ano seguinte”, exibe  Sales.

A diferença é que no antigo, quando o acionamento das termelétricas era eventual, as distribuidoras tinham caixa para tomar esse custo. Segundo Sales, hoje a necessidade de valor produzida pelas térmicas é bastante grande e as distribuidoras não conseguem sustentar o desenvolvimento ao consumidor.

“O que a divisa tarifária faz é receber tempestivamente esse mesmo custo”, declara. “Não é um próximo custo, apenas está originando pago na época em que a força é consumida.”

 

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EDP Escelsa – suas origens e os dias atuais

Breve histórico

2 via Edp escelsaA EDP Escelsa é a responsável pela distribuição de energia elétrica de 70 dos 78 municípios do estado do Espírito Santo. A área de atuação corresponde 41.372 km², o que corresponde a 90% do estado, e atende a 3.196.072 habitantes dos 3.408.365.

A outra empresa que atua nos demais municípios é Energia Luz e Força Santa Maria S/A, ELSFM, cuja concessão por 30 anos iniciou-se em 17 de junho de 1995 e vai até 17 de junho de 2025.

História – da origem aos dias de hoje

Sua origem remonta a construção da usina Rio Bonito nos anos 1950, como parte do programa de eletrificação, cujo objetivo principal era solucionar o problema de inflação alta que corroía as tarifas, o que era um obstáculo para os investimentos das concessionárias.

Mais tarde a usina é rebatizada de Escelsa, Espírito Santo Centrais Elétricas S. A., que assume a responsabilidade de fazer a distribuição para todo o estado, e desta forma, lançando-se na construção de subestações e linhas de transmissão.

Em 1965, após a fusão com a Companhia Central Brasileira de Força Elétrica (que era controlada pela Eletrobrás), a Eletrobrás passou a ter 95% do capital votante da Escelsa.

Os anos 1980 presenciaram um surto de crescimento no Espírito Santo que foi acompanhado de aumento no consumo de energia. O crescimento foi de 1.463% num intervalo de 12 anos.

Junto com a década de 90 veio a crise e a necessidade de venda de ativos para sanear as contas públicas. Em 1995 foi incluída no processo de desestatização.

A privatização ocorreu em 1995. A Iven S. A. foi quem comprou a empresa. Depois disso a empresa adotou uma postura agressiva de adoção de tecnologia de ponta, melhorando sua eficiência e os indicadores de gestão e satisfação.

Somente em 1999, a empresa foi adquirida pela EDP Energias Portugal S. A., que comprou 73,12% do capital votante da Ivem S. A., adotando a partir de então o nome que conhecemos hoje EDP Escelsa

Edp Escelsa nos dias de hoje

2 via Edp Escelsa

2 via Edp Escelsa

A empresa tem investido muito em tecnologia afim de facilitar a vida de seus usuários e aumentar a satisfação com seus serviços. Para tanto, tem investido nos serviços online.

A EDP Escelsa possui uma das melhores agências virtuais dentre as distribuidoras de energia elétrica. Através dela você tem acesso aos seguintes serviços:

  • comunicação de falta de energia
  • 2 via Edp Escelsa – consulta a segunda via de sua conta
  • conta por e-mail – opção de receber sua conta através de seu e-mail
  • solicitação de religação
  • acerto cadastral
  • alteração da data de vencimento
  • consulta de débitos
  • débito automático
  • histórico de consumo
  • emissão da segunda via do contrato de adesão
  • consulta contas pagas

Veja um pouco mais dos assuntos abordados aqui assistindo o vídeo abaixo

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